Greve nacional da FASUBRA chega ao fim após 40 dias de paralisação

Categoria aprova suspensão da greve e retorno ao trabalho. Em 2018, a luta continua!

A greve nacio25354134_2026021490976734_3770616779608351091_nnal da FASUBRA chega ao fim após 40 dias de paralisação dos trabalhadores técnico-administrativos em educação das instituições federais públicas do país.  O indicativo de suspensão do movimento paredista do Comando Nacional de Greve (CNG) para o dia 19 de dezembro, foi aprovado pela Categoria.

 Para o CNG, o adiamento da reforma da Previdência Social somado à resistência contra a reestruturação da carreira, “é uma vitória da Base da Federação e do conjunto dos trabalhadores que durante este ano realizaram várias lutas, se expressaram na greve geral de abril e no Ocupa Brasília”. A Categoria  mais uma vez foi protagonista com a deflagração do movimento paredista, mantendo a disposição de luta e resistência frente aos ataques do governo.

A FASUBRA sai vitoriosa, porém, será necessário manter a vigilância diante da conjuntura de ataques em construção da unidade com as entidades do serviço público federal, para os novos enfrentamentos em 2018.

Para a CNG, o governo permanece articulado na busca por votos para aprovar a reforma. “Janeiro será um mês atípico, precisamos continuar realizando reuniões, assembleias, atos, mesmo existindo o esvaziamento natural, devido ao recesso e as férias. Manter os chamados e organizações para que, no início do ano, façamos ações nas bases para convencer não só trabalhadores técnicos administrativos, mas também toda a população a irem às ruas para enterrar de vez a reforma da Previdência”.

Em 2018, o presidente ilegítimo Michel Temer pretende ampliar os ataques ao serviço público, em especial às universidades públicas. “A FASUBRA deve ser o polo aglutinador para dialogar com os setores dos servidores públicos, fazer um chamado para a luta unificada. Estes são os desafios colocados para cada militante”.

O CNG também apontou iniciativas imediatas para construir nas bases.

  • Manter a categoria organizada durante o mês de janeiro e fevereiro;

  • Propor à Direção Nacional da FASUBRA que convoque uma plenária ou uma reunião ampliada no final de janeiro ou início de fevereiro para avaliar o quadro nacional, podendo inclusive, convocar assembleias em todo país para reiniciar o movimento paredista;

  • Manter a caça aos deputados nos estados durante este período de recesso na Câmara;

  • Fazer pressão na ANDIFES para que não haja punição, onde houver ameaças;

  • Realização de atos no dia da leitura do texto pelo relator (05/02)

  • Realizar manifestações no período do carnaval para dialogar com população (criar blocos carnavalescos);

  • Atos no dia da votação da reforma

 

Em 2018, a luta continua!

Com informações FASUBRA Sindical


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